APÓS ATENTADO, BOLSONARO CRESCE CINCO PONTOS EM PESQUISA ESPONTÂNEA

Publicado em 12/09/2018 às 00h22

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       SÃO PAULO Isabel Fleck Na pesquisa Datafolha realizada quatro dias após o atentado contra o candidato do PSL à Presidência Jair Bolsonaro, a parcela de eleitores que declarou, de forma espontânea, a intenção de votar no deputado aumentou cinco pontos percentuais, de 15%, em 21 de agosto, para 20%.

        O índice é o maior já atingido por Bolsonaro em pesquisa espontânea — em que não são mostrados os nomes de todos os candidatos que concorrerão — e se iguala ao máximo registrado pelo ex-presidente Lula (PT) nesse tipo de resposta.

         Lula, que está preso e teve sua candidatura barrada pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) no início do mês, teve uma queda de 11 pontos na resposta espontânea de intenção de voto nas últimas três semanas: de 20% para 9%.

         O vice de Lula, o ex-prefeito Fernando Haddad (PT), que será oficializado em seu lugar (https://www1.folha.uol.com.br/poder/2018/09/em-carta-lula-inicia-transicao-e-dira-que-haddad-e-seuescolhido-ao-planalto.shtml?loggedpaywall) na tarde desta terça (11), hoje tem 4% das intenções de voto espontâneas.

        O Datafolha entrevistou 2.804 eleitores de 197 municípios na segunda (10), em pesquisa realizada em parceria com a TV Globo.

        Neste levantamento o candidato do PDT, Ciro Gomes, também teve seu nome citado por uma parcela maior, de 5%. Em agosto, 2% diziam, espontaneamente, que votariam nele.

         Se na pesquisa espontânea Bolsonaro registrou um aumento acima da margem de erro —que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos—, na pergunta estimulada —em que o entrevistador mostra o nome de todos os candidatos—, o candidato do PSL viu sua intenção de voto subir dois pontos, de 22% para 24%.

         Ele segue isolado na liderança, com Ciro, Marina Silva (Rede), Geraldo Alckmin (PSDB) e Fernando Haddad (PT) empatados, pela margem de erro, no segundo lugar.

         Bolsonaro, no entanto, continua liderando também a lista de rejeição, com 43% dos entrevistados respondendo que não votariam no candidato “de jeito nenhum”. Marina é a segunda, com 29%.

         Nas simulações de segundo turno, hoje Bolsonaro perderia para Marina, Ciro e Alckmin, e ficaria um ponto percentual atrás de Fernando Haddad, diferença dentro da margem de erro.

         Na pesquisa espontânea, houve uma queda também entre os eleitores que disseram não saber em quem votar, de 41%, em agosto, para 37%. O grupo, no entanto, segue sendo a maioria.

 

 

 

 

 

FONTE: FOLHADES.PAULO

 

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